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Património Natural de Caldas da Rainha



Um grande atrativo, o Parque D. Carlos I foi idealizado e concebido por Rodrigo Berquó. Este surge em substituição do Passeio da Copa, em que passavam as águas depois dos tratamentos do Hospital. O Parque é o verdadeiro pulmão verde da cidade, sendo possível encontrar setenta espécies de flora e diversificada avifauna. Para além do seu significado arquitetónico e paisagístico, este representa um dos pontos culturais mais visitados, pois nele encontra-se o Museu José Malhoa, o café Pópulus, a Casa dos Barcos e atividade relacionadas com a cultura, desporto e a Feira das Antiguidades.  



Junto a este, encontramos a Mata Rainha Dona Leonor, uma área ambiental onde se encontra importantes recursos aquíferos subterrâneos, cujo valor tinha de ser protegido, e a sua construção terminou no final do século XIX. Envolvida no complexo hospitalar, a construção desta mata correspondeu a uma estrutura de talhões e varandas, dispostos por frondosas alamedas, compartilhando um conjunto de espécies de flora e avifauna. A sua visita é imprescindível para todos aqueles que apreciam a Natureza e a harmonia entre a cidade e esta.



A praia da Foz do Arelho juntamente com a Lagoa de Óbidos completam o concelho de Caldas da Rainha, devido ao ser valor e beleza paisagística. Este constituí um frágil ecossistema, composto por diversas espécies de aves aquáticas e migratórias e de moluscos bivalves, fazem parte de um privilegiado habitat. A lagoa estendia-se até ao sopé da Vila de Óbidos, até ao final da idade média, mas o desenvolvimento da linha costeira, houve uma limitação do seu perímetro. A Lagoa de Óbidos é uma área de grande capacidade de produção e desenvolvimento de riqueza económica, social e ambiental. 


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